blog da ProSinal

queremos sua opinião

Inovação

 

Desde 1993, esta é a marca da nossa empresa.

Imagens apresentadas debaixo d´água

Terça, 4 de Dezembro de 2007

A exibição chamada “Tesouros do Mar”, do fotógrafo Noam Kortler, se realizou no Bar Beach, em Eliat - Israel, de 4 a 6 de outubro de 2007, onde Kortler apresentou 40 imagens impressas em lâminas de PVC com a impressora Tempo Q, do fabricante NUR. Os observadores da mostra podiam observar as fotografias debaixo d´água ou esperar a festa ao final da exibição, quando as imagens foram retiradas da água e arrematadas em benefício da luta contra o câncer.

A comunicação em via pública vem se transformando em um desafio nas grandes cidades. A saturação de propostas obriga a adoção de formas, conteúdos, movimentos, cores e linguagem inovadores.
Milhares de mensagens lutam para sobreviver à indiferença do público, que em grande parte deixa de observar os anúncios por incorpora-lo À paisagem urbana. Dura realidade que frustra investidores, anunciantes e agências, que vêm suas previsões frustradas.

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Por isso, a cada dia é necessário criar estratégias para conquistar o objetivo primário de toda expressão publicitária: Impactar.

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Um desses casos é a empresa MAGIA S.A, da Argentina, com unidades no Brasil, Colômbia e México, com mais de quinze anos de mercado.
A MAGIA iniciou um acontecimento publicitário que agitou a opinião pública mundial, utilizando a estrutura do Obelisco, monumento de identificação da Cidade Autônoma de Buenos Aires.

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Aderindo ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, a MaGIA desenhou, produziu e instalou um gigantesco preservativo no mencionado obelisco portenho. A iniciativa foi patrocinada pela prefeitura local e pela rádio MEGA 98.3, uma das rádios mais ouvidas da Argentina.
A montagem foi realizada no tempo record de 8 horas de trabalho noturno, surpreendendo os milhares de transeuntes que se impressionaram desde as primeiras horas do dia. O material utilizado foi uma tela vinílica microperfurada com mais de 2200 metros quadrados, cobrindo mais de 70 metros de altura do monumento.
Foram utilizados equipamentos pesados como gruas e um minucioso trabalho em equipe, com profissionais de diversas áreas, garantindo a integridade dos materiais.
A estrutura consumiu 800 quilos de ferro quadrado, 250 quilos de tubos e 1500 metros de cabos de aço, demandando 150 horas de desenho e 500 horas-homem para a montagem das estruturas.
Um verdadeiro desafio profissional a ser aproveitado em outras localidades, especialmente em locais onde haja restrições à exposição de peças publicitárias, como ocorre hoje em São Paulo e com tendência de expansão a outras cidades.

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Tradução: Adalberto Amaral Ribeiro

A ÉTICA

Segunda, 8 de Outubro de 2007

A sociedade como um todo busca trabalhar com Ética. Todos nós estamos, sempre que possível, questionando outras pessoas sobre sua ética. No trabalho, no esporte, na família ou no clube, perguntamos por vezes: será que isso que estão fazendo é ético? Será que é certo? A verdade é que a ética, assim como tudo, é mutável. O que é ético hoje não era ontem. E o contrário também é verdadeiro. Sem contar que a ética muda de região para região, de país para país, de época histórica para época histórica.

 

Um dos critérios usados para saber se estamos ou não agindo com ética são os preceitos obtidos do ideal de justiça. Segundo a concepção clássica do Direito Romano, devemos todos viver honestamente. E o que é ser honesto? É agir de modo adequado a sociedade em que vivemos. É estarmos adaptados a nossa cultura. É ser decente e não enxergar em tudo uma malícia que não existe ("honni soit qui mal y pense", ou "envergonhe-se quem nisto vê malícia"). Isso significa que em momento algum devemos lesar outra pessoa, quem quer que seja ou quem quer que tenha feito algo de que não tenhamos gostado.

 

Entendemos que vivemos sob a égide da ética quando pensamos no bem comum, quando estamos cientes que todos participamos de um pacto social onde o bem-estar de um depende do bem-estar de todos. Isso é ética.

 

Autor: Prof. Maurilio Lubeno

Muitos profissionais se rendem à competitividade do mercado ou à insistência de seus clientes e não cobram por todas as etapas do projeto de Arquitetura ou de Interiores. Cobrar pelo estudo preliminar, ante-projeto e projeto executivo, é como pagar pela consulta de um médico ou de um advogado. A importância de se cobrar por todas as etapas do projeto foi um dos assuntos mais debatidos por Arquitetos no Fórum do ADFórum.

Para Paulo Schwartzmann, o cliente se acostuma com a maioria dos profissionais que não cobram pelo projeto e passa a conduzir a negociação. “Na medida que o mercado passa a cobrar pelo projeto, isso passa a ser uma prática usual além de valorizar a classe”.

“Acredito que a maior dificuldade da profissão é fazer o público leigo entender que o estudo preliminar é, de fato, o produto final de uma etapa de trabalho, que demanda custo de equipe, material e tempo”, desabafa Bruno César do Amaral. Explicar ao cliente leigo o que é o estudo preliminar, qual o objetivo, e qual o produto que ele receberá, nessa etapa, qual o prazo de entrega, quais as multas por atraso, forma de apresentação, etc, é uma solução dada por Bruno.

Rosana Gregoruci, diz que o estudo preliminar é uma maneira do cliente ter conhecimento do que ele poderá ou não comprar. “Até entendo que nessa etapa devemos nos arriscar um pouco, apresentando, sem compromisso, uma proposta boa dentro do perfil do cliente”.

“Infelizmente a Arquitetura contradiz São Tomé, é CRER para VER e não ao contrário. Se o cliente quer testar o nível do profissional que vai contratar, sinto muito, ele que olhe os trabalhos anteriores, que se informe com seus clientes, ou pelo menos peça para ver o seu portfólio”, se opõe Alexandre Menezes.

Wagner Pismel lembra de alguns gastos que correspondem pelo custo fixo de qualquer etapa do trabalho. “E quem paga as horas de computador? E o custo de cartuchos e papéis? E a nossa biblioteca pessoal, adquirida volume a volume com livros importados e “caros”, quem paga? E os anos de investimento em estudo, viagens, etc? E mais luz, telefone, canetas, lápis, e tudo mais que precisamos para projetar?”.

“Não podemos culpar o mercado por ser agressivo, temos que nos adaptar, colocar na conta dos trabalhos que conseguimos o quanto devemos separar para investir em contratos de risco, sermos arquitetos e acima de tudo administradores”, finaliza Fábio Warth de Siqueira.

Percebemos, por meio do debate entre os Arquitetos, que cobrar pelo projeto é consolidar a intervenção do profissional, é valorizar o mercado de Arquitetura e Design de Interiores.

Fonte: ADForum

MODELOS DE NEGÓCIO EM ENTRETENIMENTO DIGITAL

Terça, 25 de Setembro de 2007

O estouro da Web 2.0 fez com que a maioria dos usuários passasse a procurar formas mais interativas de troca de informações, além de investirem mais tempo na produção de seus próprios conteúdos. Nunca as “tribos”, os “nichos”, foram tão fortes na consolidação dos canais de comunicação das empresas – sejam elas produtoras de conteúdo ou fornecedoras dos mais diversos produtos ou serviços. O consumidor atual, além de querer expressar sua opinião, quer se divertir enquanto se informa – e por isso, o entretenimento, aliado ao conteúdo gerado pelo usuário, está se tornando um diferencial significativo nas estratégias de diversas empresas.

Além disso, a forma de distribuição de entretenimento também mudou. Flexibilidade de formatos é a expressão-chave, e corporações como gravadoras, estúdios de cinema e redes de televisão estão precisando reinventar e adaptar seus processos de distribuição e modelos de negócio à nova realidade.

Para se aprofundar no tema, a JumpEducation e o Jornal Meio&Mensagem promovem uma oficina, que você pode conferir em http://www.jumpeventos.com.br/Oficinas/?OficinaID=91&Subject=40

Carreira e bem-estar são compatíveis

Sexta, 21 de Setembro de 2007

Concentrar esforços em determinado projeto, e revestir-se de comprometimento, dedicação e simplicidade: isso trará, inevitavelmente, a alegria tão necessária para uma vida saudável, tanto profissional, quanto pessoal.

“Somente quando conseguimos honrar os compromissos na empresa, e também com nossa família, é que podemos nos considerar verdadeiramente felizes. Imaginar em alcançar êxito, separadamente, faltando uma dessas partes, seria como ter uma felicidade superficial, ou passageira”, afirma Mirian Zacareli, diretora de Recursos Humanos de um grupo norte-americano de empresas de produtos químicos, NCH, na qual atua há mais de 30 anos.

Quando fala em simplicidade, a executiva refere-se à importância de perceber os detalhes fundamentais do cotidiano, dos quais, infelizmente, poucos se dão conta. “Adquirir o hábito de sorrir pode proporcionar um ambiente agradável no trabalho. Mas a pressão sobre os executivos é tanta, que eles só se concentram em cumprir prazos e metas. Além do que, nunca estão felizes com o que ganham no final do mês. A essa característica chamamos de ambição, fator que vem contribuindo para o aumento de estresse, ano após ano”.

Mirian explica que é preciso, sim, almejar o crescimento profissional, crescer e prosperar, mas na dose certa. “A ambição sadia, aquela que não o deixa ganancioso, funciona como uma grande motivação. Se você perguntar às pessoas quanto elas gostariam de ganhar para se sentirem felizes, provavelmente, todas responderão algo entre 40% a 60% a mais do que suas receitas atuais. Quanto mais elevado é o salário, a competição se torna maior. E esse tipo de comportamento, de sempre querer melhorar a sua satisfação financeira, pode levar a um colapso nervoso”, alerta a especialista em gestão de pessoas.

Todos querem ter uma história de sucesso e, à busca desse “sonho”, dedicam mais de 15 horas por dia. Contudo, acabam não aproveitando o fruto desse trabalho. As conquistas com a nova posição e o aumento de salário impulsionam-nos a só querer mais e mais.

“O viciado em trabalho, ou “workahoolic” como é chamado, perde amigos e ganha a distância da família. O pior é que sem perceber, podem também perder o “feeling” deixando passar oportunidades importantes pela cegueira ocasionada pelo “estresse” das muitas horas de trabalho e dedicação, tornando-se pouco criativos e com habilidades minimizadas”, diz ela.

“Talvez a solução esteja em um quadro de capital humano mais horizontalizado, no qual as tarefas sejam distribuídas com maior coerência, aliviando a tensão. Felicidade e bem-estar são geradores de produtividade”, lembra a diretora de RH.

O fato do indivíduo atuar em um meio ambiente onde as relações são superficiais, e o estresse é alto, contribui para tornar o trabalho incompreensível e abrir dúvidas sobre quanto é o bastante produzir em nome de uma carreira promissora e do reconhecimento.

“Em seu livro sobre inteligência social, Daniel Goleman cita um estudo realizado com cem homens e mulheres que usaram dispositivos que mediam a pressão arterial sempre que interagiam com outras pessoas. Quando estavam com a família e os amigos, a pressão arterial caía. Eram interações agradáveis e tranqüilizantes. Quando se deparavam com alguém problemático, a pressão se elevava”, conta.

“O ideal seria evitar esse tipo de convivência, mas na prática isso não é tão fácil, principalmente se a relação for entre chefes e subordinados que sentem um misto de hostilidade, medo e insegurança recíprocos. Os insultos, que podem ser comuns quando vindos de gerentes autoritários, servem para reafirmar o poder e, ao mesmo tempo, fazer com que os funcionários se tornem impotentes e vulneráveis. Essas interações explosivas e, ao mesmo tempo, imprevisíveis, exigem esforços maiores e vigilância”.

Mirian reforça que não existe uma receita, mas sim segredos, que cada um tem que descobrir por conta própria, para aprender a ter flexibilidade, saber explorar oportunidades e lidar com novas tecnologias.

“É necessário reorganizar atividades do dia-a-dia que tomam muito tempo, reconhecer que é fundamental manter os estudos, especializando-nos, tudo isso sem esquecer que somos gente e convivemos com gente. Buscar o equilíbrio emocional, nos momentos mais difíceis, manter a calma, ter paciência quando o outro está alterado, segurar o impulso, ter tempo para atender todos os compromissos, são atitudes que contribuem para que nos sintamos felizes”.

Saber ouvir, segundo a diretora, também “é fundamental”. Encontrar pontos positivos em situações adversas é atitude nobre e para os sábios. E também acreditar nos sonhos, ser ousado, entusiasta, persistente, corajoso, inovador, permitindo-se o direito de errar se estiver explorando um campo desconhecido em busca de aperfeiçoamento.

“Atualize-se, encante seu cliente com a excelência de seus serviços, organize-se e ajude as pessoas para que elas sempre tenham esperança. Inclua sua família na sua agenda. Viva o presente. E faça as coisas com paixão”, recomenda.

autor:Portal da Administração


Ao contrário do que se pode imaginar, a imagem do Brasil no exterior não é fixada por nosso pujante agronegócio, nem no tamanho do nosso território.
Também não somos referência em tecnologia, assim como acontece com a Alemanha e o Japão.
Dinheiro então, esse o mundo todo sabe que não temos, com exceção daqueles que moram aqui, mas vivem como se fossem lá de fora.
Alguns diriam que o melhor do Brasil é o turismo, que por hora encontra-se em uma fase complicada pela falta de infra-estrutura e de transportes.
Mas qual seria a nossa saída ?
Nossa vocação está materializada no samba, no jogo de cintura pra contornar a fome, as dificuldades. Está na capacidade de inventar, mesmo sabendo que nossas invenções muitas vezes acabam nas mãos dos outros países.
Mesmo assim, nunca desistimos porque sabemos que nossa capacidade é infinita e acabamos usando nosso estilo “esculhambado” como forma de drible, que deixa nosso adversário pranchado enquanto corremos entusiasmados na direção do gol.
É assim em quase tudo: no petróleo, na indústria farmacêutica, na aeronáutica, na medicina, na música, na moda, na arquitetura etc etc etc
Portanto, temos uma MARCA brasileira em toda parte. Marca da criatividade, da inventividade, da exploração das oportunidades, do gosto pelo novo.
Pensando nisso tudo, o renomado designer Lincoln Seragini, criador de inúmeras marcas comerciais do nosso dia-a-dia, participou na última sexta (31-7-7) do lançamento de mais uma criação sua: a Marca São José do Rio Preto.
Mais do que a conclusão de uma vontade documentada desde 1953, o lançamento da Marca vem para dar identidade a esta cidade, impossibilitando que sejamos confundidos com qualquer outra localidade de nome parecido.
Além disso, a Marca tem o papel de transmitir o espírito de nosso povo, que é o da criatividade, inventividade, do trabalho, fazendo daqui uma verdadeira “terra de oportunidades”, terra de famosos como Amaury Jr, Ana Maria Braga, J. Hawilla. Terra de empresas como Rede Record, Rede Vida, Rodobens, Americanflex, ICEC, Braile e Microlins.
A ProSinal Projetos de Sinalização orgulha-se de ser de São José do Rio Preto e ter seu Diretor Adalberto Amaral Ribeiro no Comitê Gestor da Marca São José do Rio Preto.
Os detalhes da marca “São José do Rio Preto - Terra de Oportunidades” podem ser conferidos no site www.marcasjrp.com.br

LEDS são opção econômica, moderna e eficaz para todos os tamanhos de comunicação visual

Com o desenvolvimento da tecnologia de materiais e a descoberta de novas técnicas de fabricação, os LEDs vêm sendo produzidos com custos cada vez menores, proporcionando uma gama cada vez maior de aplicações, como comunicação visual e iluminação de ambientes em geral, em substituição às lâmpadas fluorescentes. Incandescentes e néon.

Mais robusto, com melhor design e mais econômico que outros produtos de mesma função, a linha GELCore de LED’s da GEÒ  inova nas formas de aplicação para iluminação de letras caixas, painéis, front e back light, displays e todo o tipo de comunicação visual iluminada.

O sistema, batizado de Tetra, é formado por tiras com 20 LED’s por metro, disponíveis em seis cores, com circuito paralelo que impede falhas múltiplas. Como um “cordão”, pronto para ser instalado, tem design moderno e simples, tipo “corte e encaixe”.

Um sistema cheio de vantagens, que tem como uma de suas principais características a economia de energia, que pode chegar a até 80% se comparado com néons e outras lâmpadas utilizadas para o mesmo fim.

Como já vem pré-montado, a instalação é muito simples e rápida, já que é preciso somente fazer a aplicação nas letras. Outro destaque é a durabilidade. A maior vida útil em relação a outras formas de iluminação garante que sua comunicação esteja sempre sem falhas ou partes apagadas. Já a baixa tensão proporciona mais segurança para sua empresa.

Além disso o sistema Tetra LED é muito resistente (não quebra e trabalha de -45º a 85ºC mesmo com umidade), não necessita de manutenção e tem garantia GE de cinco anos para os transformadores.

     Confira os modelos de Tetra LED GELcore comercializados:

Standart – 16LEDS/m: Ideal para comunicação visual de médio e grande porte

Ultra – 20/27 LEDS/m: Excelente solução para projetos de comunicação na cor branca

Mini – 39 LEDS/m: Ideal para letras reduzidas e pequenos projetos de comunicação visual

Power – 6 LEDS/m: Recomendado para projetos de grande porte

Countour: Proporciona o mesmo visual do neon

Meio-ambiente é tudo isso

Sexta, 24 de Agosto de 2007

O assunto do momento, no mundo todo, é o meio-ambiente.
Notícias são disparadas pelos quatro cantos, alardeando o que mais parece ser o fim do mundo, criando em nós interlocutores uma culpa por algo que nem sempre tivemos participação em fazer.
Exemplo disso é uma campanha do GreenPeace veiculada pela TV, onde é mostrada a degradação do Planeta e atribuída a responsabilidade disso ao expectador. A música do comercial, propositalmente, é My Way cantada pelo nostálgico Frank Sinatra, fazendo, portanto, clara responsabilização das pessoas hoje com idade em torno de 80 anos.
Parece bobagem ? Pois não é. Trata-se de uma acusação contra a geração que estava na juventude durante o pós-segunda-guerra, geração que cultuou o automóvel, o avião, os encantos do “American way of life”, que hoje são modos politicamente incorretos, por representarem o culto ao exagero e ao desperdício.
Diante desse quadro, fica a pergunta: que culpa sobre o estado do Planeta teria, na visão dos produtores do comercial, uma criança nascida hoje?
Os adultos de hoje têm uma grande missão ao conseguirem administrar toda a carga de responsabilidade que lhes está sendo entregue pelas outras gerações, como: aumento dos efeitos da poluição, fim das florestas, degelo dos polos etc, mas não podem esquecer-se de cuidar de suas ações hoje, para não correrem o risco de empurrar para a frente o problema.
E é muito bom lembrar que meio-ambiente não são apenas as baleias, o mico-leão dourado e a onça-pintada. Meio-ambiente é o cão abandonado na rua, é a criança no semáforo, é a favela e o condomínio de luxo que despejam esgoto na água usada para beber.

Autor: Adalberto Amaral Ribeiro

OVNIS observam instalação do maior painel

Sábado, 18 de Agosto de 2007

Painel gicante instalado no World Trade Center na Cidade do México

O painel acima mede 120x54m, totalizando 6.480m2 de área e foi instalado durante um espetáculo sediado na Cidade do México em janeiro de 2007.

Além de ser o maior painel já instalado na América Latina, um dado curioso é que durante os dias da instalação foi registrado um OVNI (objeto voador não identificado) em forma cilíndrica pairando nas imediações.

O fato foi interpretado pelos organizadores do evento como sinal de boa sorte. Ou será que estariam os “aliens” estudando como se instalam painéis tão grandes ?

A empresa instaladora foi a RC Digital S.A. de C.V., Mexico.

Tradução: Adalberto Amaral Ribeiro